“(…)me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exata. E que eu me recriminava por estar sempre esperando que nada fosse como eu esperava, ainda que soubesse. Disseste de repente que precisavas ter os pés na terra, porque se começasses a voar como eu todas as coisas estariam perdidas…”
Caio F.
Right now, nothing fits more than this:
“Loucura, eu penso, é sempre um extremo de lucidez. Um limite insuportável.”
after all, who cares?