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Archive for Julho, 2010

You are the distance between the way things are and the way I want them to be.

– de um blog LINDO que achei, o http://www.iwrotethisforyou.me.

 

e é assim quem tem sido.

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“O meu entusiasmo magoa-te, leio-te a ofensa na voz enquanto me dizes coisas banais e sensatas, que não crie demasiadas expectativas, que ninguém consegue regressar ao lugar onde foi feliz. (…)”

Inês Pedrosa.

 

naquela imagem sutil da moça sentada num banco de metrô. serena, não era linda, mas tinha um vestido florido bonito, cabelos despenteados pelo vento e bocejava sublime. cabia nela, n’aquela estranha, todas minhas divagações vãs n’aquele exato momento, quando, em movimento, observava o estático de maneira tão graciosa. quinze segundos e minhas confusões estavam tão fáceis e desembaraçadas. essa é a mágica, quando você está perdida: enxergar as nuances e ver beleza no mais singelo, ainda que seja na estação de metrô mais sem graça do mundo.

 

“…quão pequena é a porção de prazer que basta para fazer a vida agradável!”

Nietzsche. 

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“Quando a tarde toma a gente nos braços
Sopra um vento que dissolve o cansaço
É o avesso do esforço que eu faço
Pra ser feliz”

Leoni; Léo Jaime.

 

Nada descreveria melhor às 18:31h, hoje. e todo esforço feito.

Saudade do Mats, pra ficar ainda mais difícil.

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“Ame por empréstimo.
Ame devendo.
Ame falindo.
Mas não crie arrependimentos por aquilo que não foi feito.
Sejamos mais reais em nossas dores.
(…)
Dê chance para a imperfeição. Insista.
(…)
Insisto”.

Carpinejar

 

eis que, quando penso que já foi (substituído) volta assim, a todo vapor. quisera parar o mundo pra concentrar só nessa tarefa de aprisionar (libertar) a pior das memórias. logo eu, tão incompetente em se tratando de concentração e síntese, quando resumos viram livros sagrados de tão longos e discursos geralmente prontos e sinceros, mas que por vezes surgem out of nothing, só pra fazer surgir um sorriso no meio de tudo isso, só pra ouvi-lo.

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“Posso não saber nada do coração das gentes, mas tenho a impressão, de que, de tudo, o pior é quando entra a segunda parte da letra de “Atrás da porta”, ali no quando “dei pra maldizer o nosso lar pra sujar teu nome, te humilhar”. Chico Buarque é ótimo pra essas coisas. Billie Holiday é ótima pra essas coisas. E Drummond quando ensina que “o amor, caro colega, esse não consola nunca de núncaras”. Aí você saca que toda música, toda letra, todo poema, todo filme, toda peça, todo papo, todo romance, tudo e todos o tempo todo, antes, agora e depois, falam disso. Que o que você sente é único & indivisível e é exatamente igual à dor coletiva, da Rocinha a Biarritz”.

 
Caio F.

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talvez por essa vontade dissimulada de negar o inegável, siga esse lúcido desejo de voltar atrás, desistir de tentar, no verbo e no substantivo, e seguir no outro inegável, aquele sem comparações, na dor e nas boas recordações. por crer-me sem forças pra outra vez arriscar, antecipo os acontecimentos, que não entendo enfim, por ser a única que enxerga ou que exagera, ainda não sei bem. e sinto uma necessidade enorme de fazer-me entender, desesperada nessa ânsia de semelhanças a tanto esquecida. confusão com a chuva, com o frio, com a falta específica, TÃO imensamente específica que o tão recente me faz.

 

“I don’t wanna die, but I ain’t keen on living either

before I fall in love, I’m preparing to leave her…”

 

“… Você tem que imaginar porque temos essas expectativas.
Porque o esperado é o que nos mantém firmes, imóveis…
O esperado é apenas o começo.
O não esperado… é o que muda nossas vidas.”

Grey’s.

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Passado presente:

“Ainda que dentro de mim as águas apodreçam e se encham de lama e ventos ocasionais depositem peixes mortos pelas margens e todos os avisos se façam presentes nas asas das borboletas e nas folhas dos plátanos que devem estar perdendo folhas lá bem ao sul e ainda que você me sacuda e diga que me ama e que precisa de mim: ainda assim não sentirei o cheiro podre das águas e meus pés não se sujarão na lama e meus olhos não verão as carcaças entreabertas em vermes nas margens, ainda assim eu matarei as borboletas e cuspirei nas folhas amareladas dos plátanos e afastarei você com o gesto mais duro que conseguir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome …”

Caio F.


transpassando, transgredindo, transcrevendo, transvivendo.


agora é:

“Eu entro nesse barco, é só me pedir.  Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia.

Mas você tem que remar também. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia.
Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto.
Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena.
Remar. Re-amar. Amar.”

Caio F.


ou nem tanto?

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novas, coisas novas.


esperas novas, vontades novas, expectativas novas, saudades novas.

enfim, medos novos – porque nada é perfeito, rs.


what’s the worst thing that could happen / we find out that we don’t quite fit / but on the flip side, we could be just right / and sure there’s the chance that we both end up broken and split.

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